terça-feira, 3 de novembro de 2009

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Luiz Domingos de Luna - Autor

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Comente meus artigos no observatório da imprensa

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domingo, 1 de novembro de 2009

Comente meus artigos no blog do Crato

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FAVELIZAÇÃO DAS METRÓPOLES BRASIELIRAS

Luiz Domingos de Luna (*)

Com essas políticas públicas que somente funcionam para: via uma mídia crédula, logo, logo, teremos uma pequena metrópole cercada por uma grande favela em todas as regiões do Brasil.
As metrópoles brasileiras não estão crescendo, mas sim, inchando; logo teremos uma grande favela com uma pequena metrópole no centro. Tudo isso se dá, graças à falta de políticas públicas sérias em benefício da sociedade. O Êxodo rural, o desemprego, uma educação caótica, uma saúde em UTI, uma infraestrutura em frangalhos.

Toda solução mágica é puro paliativo. Porém, enquanto não se tiver a consciência plena de que o conjunto estando bem todos estão bem, ou seja, que o patamar da mediana da sociedade é quem define o bem estar coletivo. Todo o corpo social, sofre, se abala e chora.

Praza Deus, agora, com estes eventos esportivos a acontecerem no ano de 2014 – Copa do mundo e em 2016 -As Olimpíadas, seja o Brasil merecedor de uma política urbanística de infraestrutura que, de fato e de direito, coloque o pais do futuro nos holofotes do presente, como uma fonte geradora de desenvolvimento estrutural, já é chegada a hora de tratar com seriedade, compromisso e vontade de ter um país finalmente no primeiro mundo, estas duas oportunidades históricas são um verdadeiro desafio para nossa capacidade de superar os nossos problemas que vêm se avolumando na infinitude do tempo.

Creio que o momento é oportuno e que o futuro já chegou.
Não podemos tratar temas novos com costumes envelhecidos, nem temas envelhecidos com costumes novos. Assim, urge a necessidade de pensar no bem estar do Brasil. Não podemos nos dispersar em objetivos individuais em detrimento do bem maior que é o desenvolvimento de nosso querido Brasil. -O bem estar do Brasil como um tudo - uma realidade possível, oportuna, difícil, - com certeza, creio porém que, a força que pulsa viva na alma do Povo Brasileiro supere todas as nossas limitações.
Creio que o Brasil seja um país sério
Avante Brasil!!!
O Futuro já Chegou !!!


O Mundo de olho em nós, falta-nos a compreensão da responsabilidade de colocar na mídia internacional, aquilo que sempre sonhamos e que, finalmente chegou à hora. O Futuro como um presente do agora, com tenacidade, luta, determinação, coragem, bravura e a certeza de ser aptos, a mostrar que somos capazes de fazer e fazer bem feito. É apenas uma questão de fé ou otimismo – Porém não basta somente sonhar, viver este sonho é preciso.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – Ceará.




sábado, 31 de outubro de 2009

COMENTE MEUS ARTIGOS NO BLOG DE TARSO ARAUJO

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domingo, 25 de outubro de 2009

Aurora, Um presente da Igreja

Casarão do Cel.Xavier de 1831-2009/



Luiz Domingos de Luna*


Desfraldando com um facão rabo de Galo, com a batina Moída pelo tempo, nos araçás ainda úmidos na boca quente, os sabiás pulavam de galo em galho, a aurora boreal a registrar o momento, Na manhã de 1825, O cedro, as carnaúbas, os marmeleiros, na brisa da paisagem, a cruz deslocada aos pioneiros, dos irmãos lazaristas, aos missionários, a primeira cabana é erigida, na verdade uma capela, ou mais precisamente, um oratório de um padre, um penitente.

A Contemplar a seara da Messe aos olhares atentos de seus irmãos, seus amigos, familiares e parentes. A Chama de uma lágrima floresce na face daquela fisionomia sofrida e retorna a terra que feliz fica ao ver aquela forte figura cadavérica entregar os pontos, do pensar para o alto, e fazer a ligação entre o humano e o divino.

Sob as palhas do oratório, na prensa de uma cabana, com o cheiro forte da celulose, parava a ciclose e começava missa, batizados e casamentos. A Igreja entrando nas matas, virgens, nuas, e ecológicas ao som do maestro natural de Crato a rumar sertão adentro o ouvir ainda, do Rio Salgado, potável nas águas, a riqueza de uma região em andamento.

O Padre a ouvir a cantilena, de uma sobrinha não contente, haja preces, e mais preces ao casamento, da primeira devota do Menino Deus - Maria Leite dos Santos, no choro da estola aos pés do padre Antonio Leite de Oliveira, a súplica de uma irmã da fé, nascia, naquele momento, pois, em lágrimas rogava e pedia que se um esposo encontrasse, em um tempo ou a um só templo um oratório ergueria.

Do Aracati ao Crato, um tropeiro conduzia, uma condução de burros, todos paramentados na estrada que trazia, nos juazeiros do Cariri, uma nova estrada surgia, na fatiga da poeira da estrada, na orla de um rio parava, o príncipe dos sonhos de Maria.

Quando um burro se afogava, Francisco Xavier de Sousa, gritava, som que penetrou nos suave auvidos de Maria, acudira com precisão, mais no calor da emoção, enquanto o burro saia, o olhar penetrava, o véu ao chão caira, força de uma seta, talvez fosse uma reta, o coração dos dois jovens em calor se ebuliram.

Numa casa de taipa, uma tapera, uns fachos aos jogos e folguedos, o jovem gritava e aplaudia, eram gritos de derrota e de vitória que o jogo lhe trazia, na verdade uma grande paixão, que nasceu no rio e na mesa de Maria.

O Padre que conhecia a história e as preces de Maria, lembrou de seu juramento, já foi falando em casamento, que foi um contentamento para os dois que admirados lhe ouviam.

Assim nasce o oratório do Menino Deus, todo ornamentado, simples e bem cuidado pelo amor de Maria.

De Francisco Xavier da estrada o seu estado, um lindo sobrado, pensava, as posses de sua esposa a obra construía em 1831, A Fazenda logradouro seu oásis possuía. Da fazenda para a venda uma nova história nascia, pois no grito de Paulinho Nogueira, na soleira do sobrado o nome Aurora surgia. A Velha história se esconde, pois a cratense Aurora Leite Teixeira dá um basta à hipocrisia, revelando o seu romance com o coronel que na rua da vala nascia, um amor que não podia, assim veio para a venda, ergueu também uma capela, criando uma contenda, nasceu logo uma desavença entre sobrinha e tia.
O Padre sabiamente, delimitou bem ligeiro, a área de atuação, destas duas heroínas uma ficou o nome a outro o padroeiro.
O Tempo jogado no espaço a esperar um luzeiro, em novembro de 2009 José Cícero é o obreiro, na secretaria de cultura, num passo firme e certeiro, ao consultar o estado, que foi muito hospitaleiro, finalmente na linha do tempo pisado, o sobrado é tombado, ao povo da Terra do Menino Deus é repassado e ao povo de Aurora agraciado com o seu primeiro prédio feito em alvenaria.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora – CE.